Mesmo condenada na
área civil e respondendo a processo criminal, a associação,
que já prejudicou
a muitos empresários, continua a agir, e todo cuidado é
pouco.
Uma entidade que se
auto-denomina Associação Comercial do Estado de São
Paulo (ACESP), há mais de 10 anos vem enganando empresários
incautos, que sem atentar para os boletos de cobrança que recebem,
acabam achando que as cobranças são da Associação
Comercial de São Paulo (ACSP), que é a verdadeira, dirigida
por Guilherme Afif Domingos e filiada à Facesp, assim como as demais
Associações Comerciais do interior do Estado.
Nos municípios
do Estado é mais difícil atuar uma associação
falsa, enganando empresários, mas já na capital não
é tão difícil, tanto é que essa falsa associação
já vem dando golpes há mais de 10 anos, de acordo com matéria
do Diário do Comércio, de quinta-feira, 01 de junho. E além
dela, para desgosto da ACSP, ainda assediam seus associados uma tal de
ACESP (Assessoria Comercial do Estado de São Paulo Ltda) e AECSP
(Associação das Empresas de Comércio e Serviço
do Estado de São Paulo), o que causa confusão e o perigo
do empresário menos atento acabar pagando por boletos que não
são da ACSP.
A citada associação,
que age com falsidade e dolo, dirigida por Adolfo Cardoso de Araújo,
foi condenada na área civil a mudar sua razão social, mas
não atendeu, e agora vai responder na justiça criminal, com
audiência marcada para dia 27 de julho, para interrogatório
do seu dirigente, que está sendo acusado do crime de estelionato.
Está comprovado que em todos esses anos a entidade se fez passar
pela centenária e verdadeira Associação Comercial
de São Paulo (ACSP), cobrando anuidades de empresários que
não têm qualquer vínculo com ela.
“E o grande problema
é que alguns empresários acabam pagando e só mais
tarde vão se dar conta de que foram enganados, pois ele (Adolfo)
usa já um nome similar ao da nossa Associação, de
má-fé, para confundir o nosso associado”, explica o superintendente
do Instituto Jurídico da ACSP, Carlos Celso Orcesi da Costa.
Em janeiro de 2004,
após reclamações de vários associados vítimas
dos falsos boletos, a ACSP encaminhou denúncia ao Ministério
Público. Mas a falsa associação continuou a agir,
e em janeiro de 2005 a ACSP encaminhou novas reclamações
ao Ministério Público, que agora pediu a prisão preventiva
de Araújo e, como entenderam haver indícios de crime, foi
marcado o interrogatório para ouvir a versão do indiciado,
segundo informou o advogado da ACSP, Maximiliano Migliacci.
Comprovada a ação
de estelionato pela justiça, Araújo pode pegar de 01 a 05
anos de cadeia, além de pagar multa. Para o superintendente da ACSP,
a atenção é a única arma do empresário
para se defender de entidades ilícitas e evitar pagamento indevido
de boletos de cobrança. Na dúvida, deve-se sempre consultar
a sua Associação Comercial., Em Barra Bonita e Igaraçu
do Tietê, através do fone (14) 3641.5000 ou na própria
ACSP, através do nosso site. Na primeira página tem um link
direto com a Associação Comercial de São Paulo...centenária,
honesta e verdadeira!
Matéria do
Diário do Comércio
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